Outsigt #08 – Need For Speed: Gotham

Esqueça o uniforme de super-herói e aperte os cintos: a era das quatro rodas chegou para ficar.

Atrasados por causa do trânsito (o bat-tanque causou certos estragos nas ruas),  Alê Romero, Chico, Proto e Victor batem um papo sobre Metal Gear SolidThe Talos PrincipleRocket LeagueBatman: Arkham Knight. Tudo em alta velocidade.

Nas notícias, a compra da Ouya pela Razer, Deep Silver demitindo a desenvolvedora de Dead Island 2, os resultados do EVO 2015 e nossa homenagem ao eterno Satoru Iwata.

Interaja conosco, sua opinião é muito importante!

Gostou do podcast? Não gostou? Concorda com nossas opiniões? Discorda? Tem sugestões para melhorarmos? Deixe seu comentário na área abaixo, ou mande um email para contato@wannaplay.com.br. Leremos tudo e iremos interagir sempre que possível. :)

Links Relacionados

  • Jefferson dias

    Poderiam ter trocado os nomes na apresentaçao hahahahaha
    -O ale ta um cara chato, ele reclama muito dos jogos antigos, ta parece que é filho dos anos 2000 hahahahahaha
    -Com relaçao ao batmen: eu ainda acho desproporcional esse tank ai, ele atravessa paredes, mas se o inimigo atira nele e fura o pneu, tem que dar reloading (ou parar na borracharia ahahahahaha)
    -Fiquei ainda mais curioso pra jogar esse Talos, talvez eu de uma chance 🙂
    -O Ouya não é surpresa, ele se tornou mais um zeebo da vida

    • Ué, como assim? Eu falei super bem do jogo!

      • Jefferson dias

        Vc reclamo dos controles, tipo a mulecadinha de hj em dia quando joga os RE antigos, vc precisa jogar com o espirito da epoca, os controles são honestos

        • Mas os controles são ruins, assim como os dos RE antigos. MGS e RE são jogos excelentes por diversos aspectos, mas não por causa dos controles.

          Outra coisa, não existe essa de analisar com o espírito da época: jogo bom é jogo bom, independente de quando vc jogue. Dá pra relevar e se acostumar com os controles de MGS, pra assim aproveitar todo o ótimo conteúdo do jogo? Sim, mas isso não faz com que esse aspecto em específico seja bom.

          • Um exemplo ótimo de um jogo que envelheceu gloriosamente bem: The Legend of Zelda: Ocarina of Time.

          • Jefferson dias

            Ta ai um jogo que eu não joguei por causa dos controles, o layout dos controles do N64 é muito estranho pra min, eu não entendo como pensaram naquilo, e os graficos tambem não ajudam, eu tentei jogar recentemente e não convençeu, ja o zelda do SNES eu jogo numa boa super feliz.

          • Engraçado que pra mim ele funcionou bem na época em que eu joguei no emulador (pois ora lhes fala a criança pobre que não tinha N64). O remaster para 3DS pra mim também é bem gostosinho de jogar e o sistema de mira usando a câmera do console funcionou bem para mim. Novamente, opinião pessoal, pode ser que para os outros os controles do jogo não funcionem tão bem!

          • Rafael Francisco Almeida

            O controle do 64 realmente era meio estranho, mas era mais questão de costume, visto que no OoT você praticamente utiliza apenas o lado direito do controle e o central o que faz com que a jogabilidade seja o padrão, sem muitas complicações…

            Agora falar dos gráficos é sacanagem né? Para época os gráficos 3D do OoT foram fodas demais se você pegar a versão de 3ds até hoje o jogo é bonito… Tanto que esse é o jogo que recebeu 99 no metacritc… Esse jogo é um dos melhores jogos da história ao meu ver.

          • Jefferson dias

            A não da cara, eu adoro FF7 e seus bonequinhos SD, mas ocarina eu não consegui, eu nem cheguei a sair da vila, o joguei mais pelo youtube mesmo, vendo alguns videos do pessoal fazendo speed run. Sei la, é preconceito mesmo com o N64, ele é um console fora da curva pra min, a bigN fez uma coisa muito diferente, seguiu um caminho diferente, enquanto o resto estava rumando quase junto na geraçao, com algumas coisas ruins tambem sendo lançadas, mas a nintendo a li….foi a nintendo(na minha opnião. Eu entendo os classicos e tal, mas eu nunca joguei um N64 fisicamente, eu cheguei perto de um na locadora, mas o controle me causava uma repulsa :-/

          • Jefferson dias

            Hahahahahahahaha Aeris wins! Mesmo em SD hahahahahahahaha

          • Outro exemplo: Castlevania: Symphony of the Night. Uma delícia de se jogar até hoje.

          • Jefferson dias

            To jogando, axo que pela terceira vez seguida, baixei a rom e não consigo excluir hahahahaha

          • Jefferson dias

            Não é que eu seja masoquista, mas eu tento pensar em como jogo foi feito, de graficos a controle, e tento me acostumar a isso, mesmo que demore um pouco. Eu joguei o RE 2&3 varias vezes numa boa…..dizem que os controles do RE 1 são tanks de guerra, pois bem, eu joguei só uma unica vez e me acostumei muito facil, e olha que eu joguei no emulador com tela touch, que torna tudo mais dificil(?), mas é igual a jogo de luta, de tanto jogar voce acaba acostumando com “aquela jogabilidade/personagem/etc”

    • Rafael Francisco Almeida

      Com relação ao Batman a desproporcionalidade nem foi o maior problema… para mim o maior problema foi o foco excessivo no uso dele… Alguns momentos da no saco, tem partes que seria muito mais inteligente o Batman fazer abordagens furtivas para resolver os problemas ao invés de usar um tanque de guerra… O jogo poderia te dar mais a opção de não utiliza-lo o tempo todo, como disse no cast em alguns momentos me senti jogando vigilante 8

      • Jefferson dias

        É depois que vc lembrou o vigilante 8 eu fiquei pensando nisso, parece mesmo 😛 só falta os powers-ups, mas hj em dia seria upgrades no carro

  • Engraçado que eu fui tentar jogar Metal Gear Solid ano passado no PS3 e não consegui ir longe justamente porque achei que o controle datou violentamente… e ainda levei represália por não ter conseguido me adaptar (sabem como é, todo o lance de “FILISTINA, COMO OUSA CRITICAR ASPECTOS TÃO MUNDANOS DE UM JOGO PERFEITO, CADÊ A CARTEIRINHA DE GAMER” e similares), então acabei largando mão do jogo, mas eu realmente quero dar uma segunda chance para ele porque sempre ouço pessoas falando muito bem da história e da série em termos gerais. Até eu que não joguei achei excelente diversas boss battles, tipo a do Revolver Ocelot.
    Opa, Proto joga no Easy também? Esse é um dos meus! Eu acho que tem alguns jogos que simplesmente não são tão divertidos de se jogar em dificuldades maiores. Mas com relação à diferença entre um jogo ser desafiador e ser frustrante, eu acho que por mais que você vá ver um playthrough e pensar depois “nossa, por que eu não pensei nisso antes”, se o jogo não deixa evidente para você como obter s solução do problema, então ele tem falha de game design. Nesses aspectos, Portal é uma maestria em termos de game design. É engraçado você pensar que praticamente 70% de ambos os jogos Portal são tutoriais. Outro jogo que eu acho que apresenta muito bem as regras é The Swapper.
    O engraçado de Arkham Knight é que eu já desconfiava de quem era o tal do AK e quando descobri quem era ele (por spoilers, eu não joguei ainda), a minha reação foi exatamente a mesma da GLADoS em Portal 2: “oh, it’s you”. Eu não gosto desse personagem, então isso meio que me esfriou o ânimo para o jogo, visto que eu já escutei a história desse personagem MUITAS vezes.
    E é impressão minha ou a WB tem vacilado mais do que o costume com esses últimos jogos deles? Eu estou jogando LEGO Batman 3 para PC e cara, eu não sei onde diabos estavam os testers do jogo. Ele tem uns bugs que simplesmente QUEBRAM o jogo, e são coisas do nível “se você mudar a resolução do jogo, um item X não é ativado e você não consegue prosseguir com a história”.
    On a side note, se por um lado Arkham Knight saiu completamente bugado para PC, por outro lado os modders já estão on fire e tem até skin do Alfred para colocar no Batman.
    Vocês esqueceram de mencionar a frase que se tornou marca registrada tanto do Iwata quanto da Nintendo: “PLEASE UNDERSTAND”.
    Ligando agora o lado fangirl de Tekken, na verdade até que o Tekken 7 mudou com relação aos anteriores da série. Pelo que eu consegui assistir das finais da EVO, o sistema está mais parecido com Tekken Tag 2 do que com Tekken 6. A Bandai-Namco manteve o sistema de Rage que até então era de Tekken Tag 2 e incluiu os tais dos ataques especiais que têm todo aquele visual diferenciado e tal. E o mais bacana (na minha opinião) com relação ao jogo é que o Ono tem incluído diversos personagens de outras nacionalidades. Isso não devia ser novidade, visto que Tekken 6 já fez isso e tanto ele como Tag 2 localizaram as vozes de acordo com a nacionalidade dos personagens, mas eu achei legal que ele incluíram a Josie Rizal, das Filipinas, e o Shaheen, da Arábia Saudita, dois personagens que geraram uma certa repercussão.
    Ah, e o que dizer do cara que perdeu a final de Tekken 7 e chorou tão desesperadamente que o Ono teve que ir lá no palco consolar o indivíduo?
    Achei uma pena não ter conseguido ver as finais de Mortal Kombat X porque os horários estavam meio ingratos pra mim; esse jogo geralmente tem uma variedade legal de personagens e eu queria ver como a galera estava jogando com a galera do novo roster.
    LOL para o Razer e os acessórios PROFISSIONAIS de games, visto que o arcade stick que o Momochi estava usando na final de USSFIV era da Razer. :B

    • Rafael Francisco Almeida

      Arya, minha decepção foi bem grande pois na divulgação eles haviam vendido o personagem como algo completamente novo e tals na na verdade não passou de uma reinterpretação de uma história já contada nos quadrinhos, achei essa parte muita fraca mesmo, mas em geral gostei do jogo, o espantalho foi um excelente vilão, funcionou muito bem.
      Outro ponto que me irritou foi o lance de reduzirem a inteligencia de todo mundo para fazer o Batman parecer o ser mais inteligente do mundo, inclusive menosprezar a inteligencia e o conhecimento dos jogadores sobre o Batman, qualquer um com um pouco de cerebro e que tenha lido quadrinhos do Batman matam quem é o AK relativamente fácil.

      • Acho que o próprio fluxo da história meio que permite que você mate a identidade do AK meio cedo, não? Ao menos pelas cenas que eu vi do jogo, pareceu que ele meio que foi caminhando àquela direção.
        Agora, quanto a emburrecer os inimigos para fazer o Batman parecer o ser mais genial da face da Terra… não posso ter a pretensão de dizer que “sei o quão difícil é escrever uma história em que o personagem seja um ser brilhante” porque nunca precisei passar por essa situação, mas às vezes eu sinto que criar um personagem excessivamente inteligente é uma coisa bem problemática, a menos que você consiga criar um antagonista à altura. Isso funcionou muito bem para alguns arcos de história nos quadrinhos, mas acho que até nestes meios a criatividade dos autores está se esgotando.
        Ao mesmo tempo, eu me pergunto quanto disso não faz parte do seu próprio background como jogador, que está acostumado a ver plots mais elaborados, e quanto os fãs inveterados não fazem suspensão de descrença (ou quanto dos defeitos eles não querem ver).

        • Rafael Francisco Almeida

          Sim, as informações que o jogo te joga na cara fazem você matar a identidade…

    • Jefferson dias

      Po o controle de metal gear é honesto, eu joguei uma vez só(ano passado) e no começo é dificil mas depois acostuma, quem joga RE ate hj passa de letra nesse metal gear 1
      Quando eu joguei o portal 2, só teve um puzzle que eu tive que procurar no youtube, o resto foi na boa, eu queria testar a minha burrisse ao maximo sem precisar de ajuda XD

      • Tá aí um grande exemplo de como controles ruins podem ser uma barreira pra quem quer aproveitar um jogo antigo, e é um aspecto que não tem como julgar com a cabeça da época. É muito diferente de gráficos, por exemplo, que são feios por causa da limitação de hardware do console. Isso sim dá pra relevar e analisar com o espírito da época, agora jogar algo com controles datados requer muito mais perseverança de quem não tem ligação nostálgica com o game.

        • Eu acho que jogos que passam por mudanças muito radicais têm uma certa tendência a datarem. Pra mim, uma série de jogos que não datou foi Devil May Cry. Eu comecei a jogar pelo DMC4, depois voltei para o DMC1 e não demorei tanto tempo para me adaptar porque ele não mudou tanto em sua essência. Agora, Resident Evil, se você jogar o 5 por muito tempo pode sentir uma certa dificuldade em voltar para o 4, ao passo que jogar do 1 ao 3 não vai ser tão difícil assim. Acho que até a própria série Yakuza se enquadra nessa categoria de controle que não datou tanto. Digo, do primeiro jogo ao quarto houveram várias mudanças nos controles, mas eu ousaria dizer que os controles do Yakuza 2 são quase tão bons quanto (ou até melhores que) os do Yakuza 3.

      • Pois é, Jefferson, você já tinha jogado Metal Gear antes? Muita gente deve tirar de letra, mas pra mim é bastante difícil me acostumar com os controles do jogo, e não é nem pela questão da ausência do direcional analógico. Eu consigo me adaptar a isso porque ainda hoje consigo jogar os Final Fantasy antigos super de boas. Meu problema é com a configuração dos botões em termos gerais. Eu não achei legal o sistema de mira, por exemplo, que remete muito aos Resident Evil anteriores. Eu diria até que o próprio Resident Evil 4 não envelheceu tão bem assim em termos de controles, mas digo isso após ter me habituado ao layout relativamente “padrão” de jogos de tiro como Uncharted, Tomb Raider e Call of Duty. Talvez o problema esteja até nos meus próprios hábitos, não sei.
        Outra coisa que me traz algumas ressalvas é justamente a câmera do jogo, que alterna de top down para vista lateral. Muita gente se adapta bem a este esquema, mas pra mim já não funcionou muito bem. Novamente, gosto pessoal, e talvez até mesmo falta de hábito por minha parte!

        • Jefferson dias

          Então para o seu modo de jogar, uma jogabilidade mais fluida com camera livre em cenario 3D ja é uma coisa, digamos, corriqueira talvez, voce ja se acostumou a isso, eu tambem, mas eu gosto de entender como o jogo foi feito e levo a jogabilidade “ruin e travada” como se fosse de proposito, como se fosse parte do jogo, a dificuldade hard escondida no level “easy selecionado”.
          Eu por exemplo, prefiro jogos em terceira pessoa do que em primeira, pra min, primeira pessoa funciona mais em lugares fechados, mas lugares abertos é ruin, e o tipo de “visão” que o jogo proporciona, é uma fator que entra na conta de jogabilidade.
          Um jogo que tem uma jogabilidade horrivel, mas mesmo assim eu ainda consegui jogar “algumas vezes” é o Akuji The Heartless (PS1), se voce acha que metal gear é ruin, esse é muitas vezes pior, acho que é ate pior que o primeiro RE :-/

css.php